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Eu e a universidade

Universidade, para mim, era algo distante. Não por uma condição que me impedisse de alcançá-la, mas a minha infância foi cercada de conhecimento, como rotina e, na década de 1970, quando vivenciei a ida do meu irmão mais velho para a Rural e minha irmã para a UCP, em ações épicas de mudança de tantas coisas, pensei: é preciso muito para ser universitário. Sabia que era preciso passar em concursos e nunca tinha sido boa neles: tentei para o Colégio de Aplicação da UERJ, para o Visconde de Cairu e fui reprovada na antiga Escola Técnica (onde meus irmãos tinham estudado).
Realmente, meus irmãos mais velhos eram melhores do que eu, eu os admirava.
Mas a minha segunda tentativa para o CEFET/RJ foi exitosa e, pensei que talvez eu não fosse assim tão incapaz. No fim do curso técnico em edificações prestei vestibular, sem fazer cursinho, e passei.
É, parece que não é algo assim tão complicado entrar numa universidade...
No ano seguinte fiz outro vestibular e passei a cursar Arquitetura (e Urbani…

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