A culpa é dele!!

Meu irmão, sempre Paulinho, tem um blog agora: Clareza.
Só te digo uma coisa, mano: se eu escrevo, se tem algum valor no que escrevo, é porque tive uma figura como você para me inspirar em desenhos, músicas e palavras.
Um grande beijo!

Honduras

Há anos conheci Luis Fernando Valverde, então estudante de arquitetura na Universidade Federal Fluminense. Cheguei a contribuir com a finalização de seu trabalho de conclusão - um terminal rodoviário para Tegucigalpa - e com isso ter acesso a fotografias de seu país. Honduras nos legou esse excelente profissional.
Já me abalava o sentimento de revivermos as tensões na nossa delicada América Latina, mas foi, em definitivo, o e-mail do Valverde, que me impulsionou a essa postagem.

Amigos
Independientemene de la opinión que se tenga del presidente de Honduras, es inadmisible que se le haya practicado un golpe de Estado. El presidente fué capturado por los militares y llevado a la fuerza para Costa Rica. La canciller está detenida y por algunos momentos arrestaron algunos embajadores que estaban reunidos con ella después del golpe.
Latinoamerica y España ya sufrieron en un pasado no tan distante con las dictaduras militares y todos sabemos el resultado. La comunidad internacional no puede permitir que esta farsa armada por los militares hondureños y apoyada por el congreso persista. Honduras es un país chico y pobre, y aunque sin mucha importancia para el continente, sería un precedente funesto para toda America Latina si se permite un golpe en un momento de estabilidad democrática para todo el continente. La prueba de la ilegitimidad de los golpistas es el bloqueo que en este momento le hacen en Honduras a las comunicaciones internacionales y el toque de queda que han decretado para impedir manifestaciones. Se argumenta que el presidente Zelaya habría violado el orden constitucional al convocar una consulta no vinculante, pero será que esto es argumento o coartada? Las noticias que circulan internamente niegan que halla habido un golpe y han bloqueado acceso a canales extranjeros y a páginas de intenet, además de haber cerrado el único canal de TV independiente!
Hace poco más de un mes se realizó en Honduras la última asamblea general de la OEA, en la cual se puso fin a la resolución que había banido Cuba de la organización, una medida que fué bastante defendida por el presidente Zelaya y su canciller, irritando la cúpula militar del país, asi como lo fué con el ingreso de Honduras al ALBA...
Todos los gobiernos americanos y europeos se han manifestado contra el gobierno de facto y defienden el retorno del presidente, y Honduras no se puede dar el lujo de ser aislado de la comunidad internacional como quieren los golpistas. La movilización popular y el repase de informaciones por todos los medios será fundamental para frenar este golpe que el mundo abomina.
Luis Valverde

la foto es del periódico Público de España
Más noticias en:

http://www.publico.es/internacional/235325/oea/reune/urgencia/analizar/golpe/honduras
http://www.publico.es/internacional/235318/presidente/honduras/detenido/militares/llevado/fuerza/zelaya/golpe/estado/tegucigalpa/michelleti#comentarios
http://www.telesurtv.net

Só quem viveu sobre a pressão da ditadura e conviveu com um patriota como o Valverde, saudoso de sua terra, pode dar a dimensão do que é amar um país.
Quem tem consciência da necessidade de auto-detrminação cultural e política dos povos, não pode se calar.

De que matéria era feito Michael Jackson?

Muito se falou, em décadas, sobre Michael Jackson. Só esqueceram de perguntar de que matéria era feito.
Quando nós, mortais, criticávamos Michael, tínhamos uma dose de rancor inconfessado.
A criança, que era mais importante que os irmãos no Jackson Five.
O negro, que fez com que o mundo inteiro dançasse sua raiz.
O homem, que no meio de tantas pressões, não teve espaço para ser gente.
O mito, que assumiu sua missão e não teve espaço para aprender a ser humano.
O ser humano, que somatizou em sua pele, em seu corpo, sua alma pressionada.
Não tínhamos domínio para entender Michael Jackson, um gênio, sempre múltiplo, imprevisível.
Volte para o mundo idílico de onde saíste para penar tanto nesse mundo real.
Só outra mente genial seria capaz de responder o que era Michael Jackson:

"Somos feitos da matéria dos sonhos, e o sono confina nossa breve existência." (Willian Shakespeare - A tempestade)

Depois da casa arrombada...

A polêmica em torno da abertura do Conjunto do BASA continua. Sinceramente, tenho minha opinião bem definida. Lamento ainda não ter atualizado alguns pensares e não ter em mãos algumas fotos para contextualizar outros.
Não é nem será solução para o caos urbano (e estou falando só de trânsito na área do Entroncamento) a propalada abertura do Conjunto BASA. Atualmente, o que nem vejo mais como solução, mas como paliativo necessário, é o prolongamento da Avenida João Paulo II (antiga Primeiro de Dezembro: até a avenida mudou de nome e o projeto não é concluído!) até a Alça Viária.
Saiu, fresquinha a notícia do embargo das obras no BASA. Espero que seja o início de um caminho sensato para a questão.

Algumas perguntas que não param de pipocar na minha cabecinha não laureada...

Em que a abertura da via de acesso ao Conjunto do BASA vai realmente desafogar o trânsito no Entroncamento?
Em nada, porque promoveria um atalho de, no máximo, 500 m, que lançaria o fluxo novamente no nó da BR-316. O vetor Centro-Entroncamento não ganha nada com isso.

E o fluxo no sentido contrário, Entroncamento-Centro?
Para atender à essa demanda, o motorista teria duas opções: vir pela Tavares Bastos ou fazer o retorno pela Tavares Bastos, o que signifiaria promover um cruzamento de fluxos na esquina dessas duas avenidas, inclusive com retenção dos automóveis que desceriam pela Almirante Barroso, sentido Centro, por conta daqueles que dariam o 'balão' na entrada da Tavares Bastos. Geraria um ponto nodal que complicaria a vida, inclusive daqueles que optassem seguir pela Avenida Pedro Álvares Cabral.
Isso é, em vez de terminarem os viadutos do Entroncamento e o prolongamento da João Paulo II, tranfeririam o nó para essa esquina (quem sabe pensando em um futuro novo mega-projeto de viadutos e túneis para esse cruzamento, que também não serão jamais concluídos...)

Defendem que seja para escoar os veículos da Marambaia...
Não sei como nem por onde. A gente precisa de um transporte coletivo decente, a implementação da rede de integração de ônibus, ciclovias decentes, segurança pública para os pedestres, e por aí vai... para que hajam menos veículos individuais nas ruas.

Entre tantas vias para interligação das Avenidas Almirante Barroso à João Paulo II, porque a do BASA?
A defesa é que a mesma seria uma extensão da Avenida Tavares Bastos. Sim, e porque não tratar decentemente a extensão da Júlio Cesar ou da Doutor Freitas? Porque, sobre a tese de desviar o trânsito, não fazê-lo bem antes? Será que é porque a Assembléia Paraense construiu um edifício garagem na esquina anterior, e precisa de um retorno ao fluxo de seus usuários?

E o que é uma passarela por cima da via pública, interligando o dito edifício-garagem à Sede Campestre da Assembléia Paraense?
Quer dizer, os moradores do Conjunto do BASA defenderem sua qualidade de vida, sua segurança, seu direito de propriedade e seu direito adquirido não é nada, pode ser invadido... mas a projeção de uma passarela sobre uma via pública, ninguém fala...

Por isso amo Millôr, não é de hoje...



Eu, Millôr e eu.

Utopie Calabresi

Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI

O Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI inspira-se nos valores do Humanismo, entendendo-se por isso “tudo o que é digno do homem e o torna civilizado, elevando-o acima da barbárie”. Este “selo” foi criado com o objetivo de premiar os blogs que promovem conhecimento livre, cultura e arte, tolerância e aceitação da diferença, amizade e solidariedade entre os povos.

Quem recebe o Premio Internazionale UTOPIE CALABRESI e o aceita deve:

- visitar o blog UTOPIE CALABRESI, clicar na imagem do prêmio colocada na homepage e deixar um comentário sobre o Humanismo;

- escolher 5 outros blogs a quem entregar o prêmio;

- linkar o blog pelo qual o recebeu;

- exibir a distinta imagem.


Obrigada ao blog Educação Patrimonial & Biblioteconomia pelo reconhecimento e carinho!


E, agora, dentro do espírito do UTOPIE CALABRESI, os Premiados por Marcos do Tempo são:

Mayra Lopes, pesquisadora da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais, Acadêmica de Medicina, Teologia; Atualmente presidente do "Projeto Humanizarte" e da "Liga de Genética Médica e Malformações Congênitas".
Este Blog é Minha Rua, do professor, empreendedor e carioca Franz Kreüther Pereira.
Cidade Velha - Cidade Viva, da Associação de Moradores do bairro da Cidade Velha, em Belém/PA, dando prova que patrimônio cultural é vida.
Jornal Sanitário, de competente equipe jornalística sanitária (que não precisa mais do diploma): Caroline, Jessica, Eric e Fábio.
Almanak Arouck, de uma sensibilidade e competência que é a cara do dono.

Panorama da Evolução Urbana e Arquitetônica de Belém

A cidade de Belém foi fundada em 1616 e à exceção do forte de defesa da cidade, pouco ou nada foi planejado nestes primeiros anos de fundação. A cidade, inclusive era inscrita em suas muralhas até 1626, quando foram doadas terras a colonos portugueses e ordens religiosas.
A necessidade de expansão fez com que surgissem as primeiras ruas e, no seu correr, as primeiras casas. Como seria de se esperar, a tradição colonial portuguesa imperou na ordenação urbana da cidade de Belém em seus primeiros tempos. As ruas irregulares, seguindo a topografia da cidade, foram se desenvolvendo a partir do Forte do Castelo, ligando a pontos importantes de definição da cidade, como igrejas e outros prédios relevantes. As casas foram, na verdade, dando feição de ruas a estes caminhos, limitando-os, já que elas eram construídas em lotes estreitos até o limite do passeio, alinhando-se com as casas vizinhas. Estas casas, construídas em taipa ou tecnologia semelhante, possuíam um único pavimento, fachada simples de porta e janela, rés do chão, com piso de terra batida. Os telhados jogavam suas águas para a própria rua, que, na época, não possuíam calçamento; o material utilizado em sua construção era simples e tosco, dentro das possibilidades que o sítio oferecia em termos de matéria-prima; as aberturas da casa se resumiam aos vãos que se abriam na fachada e ao que abriam para o fundo desta, para o quintal: os cômodos centrais da casa eram escuros, úmidos e sem ventilação – as alcovas.
Na verdade, a distribuição dos espaços internos e mesmo a implantação nos lotes pouco mudaram ao longo dos primeiros séculos. Contudo o desenvolvimento econômico da cidade passou a permitir um aprimoramento maior no processo de construção civil. O uso de tijolos de argila cozida, ou mesmo de pedras nas construções mais nobres, passou a garantir edifícios mais sólidos, mesmo se usasse a taipa ou o tabique nas divisões internas, protegidas das intempéries. Alguns materiais de construção puderam ser incorporados ao vocábulo local, como o ferro e o vidro, que passaram , já no século XVIII, a compor esquadrias e gradis dos sobrados urbanos dos proprietários mais abastados.
Belém, que até então se limitava fisicamente ao que hoje chamamos de Cidade Velha, possuía como elemento inibidor a grande área alagada que lhe cercava, conseqüência do fluxo das marés no desembocar do igarapé do Piri. Entretanto, já possuía a definição de seu território em uma légua (correspondente à distância entre o Largo do Carmo e as avenidas Doutor Freitas e Perimetral).
Muito embora já houvessem construções fora do limite da Cidade, como construções religiosas (conventos, igrejas) e militares (baterias, redutos, fortalezas) foi com a vinda da Primeira Comissão Demarcadora de Limites que a cidade começou a assumir novos ares, devido à postura ativa do Marquês de Pombal (1750-1777) no controle da província, contando com engenheiros alemães (Gronfeld e Schwebel) e o arquiteto italiano Antônio José Landi. Uma das principais ações – o saneamento do alagado do Piri – permitiu que a cidade se expandisse integrada, no sentido dos atuais bairros da Campina e Comércio. Entre vários fatores, as construções puderam contar com lotes mais largos e, associados às novas tecnologias da época, assumirem escala monumental. É desta época a construção de obras como os edifícios do Palácio Lauro Sodré (Museu do Estado do Pará), Igreja de Sant’Ana, e outros tantos. Tudo isto permitiu uma nova face à cidade de Belém.
Belém, que já possuía economia baseada na exportação de produtos locais, passou a fortalecer as atividades comerciais paralela às atividades portuária. Mas foi no século XIX que a economia regional passou por seu período mais profícuo, quando a borracha assumiu valores de mercado que permitiram o crescimento de Belém e o surgimento de várias outras cidades, como Manaus. Nesta época, a riqueza da borracha passou a marcar definitivamente a arquitetura de Belém. Não só roupas e móveis eram comprados da Europa, mas também materiais de construção, como louças, azulejos, estátuas, gradis, e até mesmo construções inteiras eram importadas, valendo-se da tecnologia industrial e da produção do aço, como é o caso do Mercado de Peixe, o Chalé do Bosque, o Chalé do NUMA-UFPA.
Alguns valores de status passam a ser considerados e relevados no planejamento da cidade. Belém, que se expandia, expulsava os habitantes menos favorecidos para as áreas periféricas da cidade. Suas habitações, muito próximas do modelo colonial dos primórdios, passam a ocupar vias de saída da cidade. O uso do espaço urbano também passou a sofrer alterações. A cidade passa a ser considerada, não só sob seus aspectos físico-espaciais, mas também como espaço sanitário, visando a qualidade de vida de seus habitantes. Desta forma, uma série de posturas são tomadas, como a obrigação de que as casas não mais jogassem suas águas dos telhados para as ruas (o que impunha-lhes a instalação de platibandas), a valorização da luz solar e da aeração, a construção de espaços públicos para o convívio com a natureza, e mesmo o planejamento e execução, tanto quanto possível, de ruas e avenidas largas.
Isto gerou uma série de tipologias arquitetônicas e, especialmente, uma revolução na implantação das edificações nos lotes. Os mais aquinhoados que podiam contar com uma casa “na cidade” e outra nos arredores, tinham as “rocinhas” e “chalés” para poderem conviver com a natureza em harmonia. Desta forma, concentraram-se chalés em balneários como Mosqueiro e Icoaraci, e rocinhas na periferia de Belém. As residências urbanas, visando maior salubridade em seu interior, passaram a possuir recuos laterais, em princípio parciais, e depois soltando o imóvel no centro dos terrenos. Sob a força do Ecletismo, as residências eram verdadeiros monumentos que refletiam a personalidade de seus proprietários. As platibandas, que em princípio surgiram como uma imposição das leis urbanísticas da época, assumiram papel revelador do proprietário, com desenhos em relevo representativos de suas convicções políticas ou associativas ou o brasão da família, ornados de balaústres de louça portuguesa pintados, coroados por globos, pinhas, urnas ou mesmo esculturas de musas. O porão, que tinha função meramente de afastamento do piso, passa a possuir altura que o torna inclusive habitável. O acesso à casa já não se faz diretamente para a rua, e se não existem janelas nos cômodos intermediários, existe ao menos um avarandado interno aberto para um pátio ou jardim, que lhes permitem a iluminação e ventilação.
Com o declínio comercial da borracha no início do século XX, Belém já não pôde contar com a manutenção de seu vetor de crescimento e, de certa forma, estagnou. Porém, na década de 1960, com a inauguração da rodovia Belém-Brasília, um novo influxo cultural gerou a assimilação da estética do Modernismo (Arquitetura Internacional) que, entre outros pressupostos, tinha no uso do concreto armado um aliado para a plasticidade de suas formas puristas e na estabilidade de estruturas de edifícios cada vez mais altos (arranha-céus). O racionalismo modernista também provocou uma revisão na escala, que deveria ser, não mais monumental, mas humana. Desta forma, os pés-direitos que eram usados com 4 e até 6m, passaram a ser “padronizados” em 3m, assim como materiais de construção (portas, janelas,etc.), entre outros aspectos da modernidade.

Texto produzido em abril de 2004 para as ações de educação patrimonial do DEPH/FUMBEL e editado pela Revista Pará+

Concurso de blogs educativos





Ainda há quem diga que não há nada de bom na internet e na blogosfera. Os meios digitais nada mais são do que extensões de nosso corpo e de nossas ações, que ampliam o nosso alcance. Nada melhor que utilizar desses meios para a difusão, informação e educação. Por isso acompanho o trabalho do professor Franz Kreüther Pereira e seu blog. E a mais nova empreitada sua é a coordenação do 2° Concurso de Blogs Educativos, através do NTE.

O NTE – Núcleo de Tecnologia Educacional de Belém/PA realizará, a partir de junho, seu 2º Concurso de Blogs Educativos. Serão duas categorias: blog de escolas da rede pública estadual situadas na região metropolitana de Belém e blog de professores da rede pública estadual. Inscrições até o dia 31 de agosto.
Divulguem e participem.

Valeu Prof. Franz Kreüther Pereira!

I Encontro Acadêmico de Blogueiros Paraenses

Fiquei feliz pela notícia do nascimento das pesquisas de conclusão de curso do Pedro Loureiro (vulgo Pedrox) e Luciano Santa Brígida (o SB). Como toda pesquisa tem que ser amplamente divulgada, as defesas farão [parte do] I Encontro Acadêmico de Blogueiros Paraenses, na UNAMA.
Pedrox analisa os blogs jornalísticos paraenses, com o título Barata, Perereca e Outros ‘Bichos”,
O I Encontro Acadêmico de Blogueiros Paraenses, que acontecerá dia 17 de junho na UNAMA-BR terá, às 20 horas, palestra de Luciano Santa Bígida e Marcos Barbosa ("Os Blogs e o Jornalismo Cidadão: um estudo de caso de blogs paraenses e a Ciranda na cobertura do Fórum Social Mundial"), que falarão sobre os blogs paraenses. Às 21 horas será a apresentação de Pedro Loureiro.
Espero mais detalhes para divulgação, amigos!

Juro que não vos abandonei!

Mas estou trabalhando horrores, tentando deixar tudo zerado (ou encaminhado) para que eu possa tirar férias (sim, elas existem, num paraíso distante...).
Quero férias para um monte de coisa, inclusive fazer uma arrumação no Marquinhos: sabe como é, criança quando fica solta faz uma bagunça...
Prova que eu não estou distante, recebi um convite do Max Carvalho para integrar a Rede Paraense de Blogs. E que surpresa boa encontrei na Rede: o blog Belenâmbulo! muito bom, até onde pude ler nesse pouco tempo.
Tenho milhões de coisas para atualizar: o tempo não para!
E vem o Papachiblog, dia 23 de junho no São Nunca Bar, para a gente se atualizar.
E nesse fim de semana tem o Ballet Giselle, imperdível, no Teatro da Paz. Se não atualizar até lá, nos vemos no Teatro.