Só a Gisele manterá suas tremas!

Há alguns meses me posicionei em relação ao Novo Acordo Ortográfico. Hoje acordei com a certeza que não tenho mais idéias, a platéia não terá mais acento (ficará em pé?), e que todos os livros da minha estante estão em português arcaico! Meus vôos, minhas jóias, minhas epopéias, meus atos heróicos... nada será como antes.
Só é atingido quem escreve, quem lê: enfim, muito poucos...
Terá um dito tempo de adaptação: para quem? Se ainda encontro pessoas escorregando e caindo na ortografia anterior à década de 1970! Por isso assumi a campanha do Igor, do Mosca Azul e serei dissidente, no mínimo, até 2012, quando será obrigatório o uso da nova gramática. Lá estarei beirando os 50 anos e se eu escrever "errado", vão perdoar como coisa de velho...
E não estou sozinha na minha reação. Muita gente boa, como Pasquale Cipro Neto, Sérgio Nogueira já se posicionaram. Humildemente, eu também.

Comentários

hahaha


Acho que nesse caso a platéia ficará de costas pro espetáculo.
:)


Ok, vou assumir o meu lado analfabeto após 2012

beijos :)
Igor T. disse…
2012? Que data precisa. Acho que, na verdade, ninguém sabe ao certo como se dará essa mudança, se é que se dará. O país é muito mais numeroso do que era na reforma dos anos 70; muito mais gente está disposta a não arredar o pé pela nossa língua, a de verdade; em Portugal tudo pode caminhar diferente também, tal qual em outros países...

Abração,
Igor
Claudia disse…
Existe uma previsão em relação à educação: atualização de material didático e implantação efetiva do conteúdo. 2011 para o ensino fundamental e 2012 para o ensino médio. Mas... se considerarmos a língua, como um sistema dinâmico e cultural, a apreensão da gramática e o uso (nem digo culto, mas ao menos) correto e compreensível... aí não há marco temporal possível!
A agenda política ainda ficará aberta, certamente, pois!
Claudia disse…
Existe uma previsão em relação à educação: atualização de material didático e implantação efetiva do conteúdo. 2011 para o ensino fundamental e 2012 para o ensino médio. Mas... se considerarmos a língua, como um sistema dinâmico e cultural, a apreensão da gramática e o uso (nem digo culto, mas ao menos) correto e compreensível... aí não há marco temporal possível!
A agenda política ainda ficará aberta, certamente, pois!

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